Aldactazide Classification Essay

O que é a Biblioterapia,

pelas “páginas” de Sandra Barão Nobre.

O que é a Biblioterapia? A palavra Biblioterapia é formada pela junção de dois elementos de origem grega —biblíon (livro) e therapeía (terapia) — e, de acordo com o Dicionário On-Line da Língua Portuguesa da Porto Editora, consiste literalmente no “tratamento de doenças através da leitura de livros”. Embora o termo “Biblioterapia” só tenha sido cunhado em 1916, a verdade é que esta forma de terapia é tão antiga quanto os livros e intuitivamente todos nós já recorremos à leitura para nos sentirmos melhor. Ler romances, biografias, poemas ou livros desenvolvimento pessoal, entre outros, proporciona auxílio em momentos difíceis, ajuda a lidar com sentimentos complexos, facilita a tomada de decisões e potencia a mudança de comportamentos para melhor. E aqui a palavra-chave é, precisamente, “mudança”. Porque a “Biblioterapia” que exerço é acima de tudo um método facilitador do desenvolvimento pessoal e da resolução de problemas através dos livros.

Como surgiu a ideia de trazer esta terapia para Portugal? O meu primeiro contacto com a Biblioterapia tal como procuro exercê-la aconteceu por volta de 2012, quando foi lançado o livro “The Novel Cure” no Reino Unido. Fiquei fascinada! A fórmula era remotamente parecida com o que fazia havia anos de maneira muito informal com os meus amigos e familiares e de forma profissional na minha qualidade de livreira online: passava a vida a recomendar livros. Inspirei-me muito no trabalho das duas autoras de “The Novel Cure”, mais concretamente no serviço de Biblioterapia que oferecem no projecto The School of Life, cujo grande mentor é o filósofo Alain de Botton. E a partir daí comecei a pesquisar e a ler sobre Biblioterapia.  Depois da volta ao mundo que fiz em 2014, despedi-me da empresa onde trabalhei 15 anos para aceitar uma proposta de trabalho algo precário em Cabo Verde. Arrisquei e correu mal. Ao ver-me desempregada, decidi que aquela era a ocasião de me dedicar, de uma vez por todas, a algo de que gostasse verdadeiramente e me fizesse mais feliz. Foi em Agosto de 2015 que decidi que seria Biblioterapeuta. Voltei a Portugal e em Outubro desse ano pus as mãos à obra.

www.abiblioterapeuta.com

Quando surgiu esta ideia com certeza encontrou algumas barreiras, como as ultrapassou? Ironicamente, a maior dificuldade foi sentir-me muito sozinha. De início não conhecia biblioterapeutas portugueses cujo trabalho me pudesse servir de orientação ou com quem pudesse trocar algumas impressões. Gradualmente, essas pessoas começaram a aparecer, até porque apostei na minha formação e acabei por me cruzar com alguns (muito poucos!) biblioterapeutas. Mesmo assim, parece-me que a Biblioterapia está ainda muito fechada no mundo académico. Há muitas teses de mestrado e algumas teses de doutoramento, mas ainda há pouca Biblioterapia ao alcance do público em geral, na vida do dia-a-dia e na vida das empresas. O meu objectivo é contribuir para que isso mude.

 

Como é a reacção das pessoas? Tem pessoas a ligarem-lhe após as suas “indicações” e a darem o testemunho dos resultados? Há muitos anos que recomendo livros a familiares e amigos e a esmagadora maioria das vezes o retorno que obtenho é excelente. Como Biblioterapeuta, estou numa fase inicial e os meus clientes estão ainda a ler os livros que lhes recomendei após a nossa primeira sessão de diagnóstico. Já soube, contudo, que gostaram de alguns livros e de outros nem tanto. Mas aí é que está o busílis da questão: como Biblioterapeuta o meu dever é também fazer o papel de “advogada do diabo”. A verdade é que nem todos os livros são recomendados para agradar, mas sim para confrontar e abanar estruturas. Perceber do que é que não se gostou e porquê será muitíssimo importante. Funciona um pouco como aquelas pessoas com quem antipatizamos: a maior parte das vezes isso acontece porque projectamos nelas alguns dos nossos defeitos, vemos nelas o nosso lado lunar. Se tivermos noção disso, podemos entender a nossa sombra, assumi-la, assimilá-la e crescer, isto é, melhorar como pessoa.

 

Como chega aos seus pacientes? Ou como eles chegam a si? Por enquanto os meus pacientes têm chegado até mim graças à atenção que os meios de comunicação social têm dado ao serviço. Estou ainda muito pouco proactiva na divulgação, embora já esteja a investir na comunicação sobretudo nas redes sociais, e em sites de empresas com as quais já estabeleci parcerias, nomeadamente a mindshake.pt e o espacoself.com. Nos próximos dias arranco com uma promoção de Natal que vai permitir, através da emissão de vouchers, oferecer Biblioterapia com desconto. Julgo que será o presente ideal para todos os que decidem que para o ano é que vão ler mais, por exemplo, mas depois deixam sempre a promessa por cumprir. Com a ajuda d’ A Biblioterapeuta isso vai mudar de uma vez por todas.

Na sua perspectiva o que é necessário para se passar de uma ideia à sua concretização? No meu entender é preciso agir. Nada acontecerá se nos mantivermos de braços cruzados. Pessoalmente, começo sempre por traçar um plano e fazer uma lista com as principais tarefas a levar a cabo. E depois, ponho mãos à obra. O fundamental é dar o primeiro passo. E não é necessário que seja um grande passo, algo mirabolante. Pode ser apenas começar o levantamento de obras fundamentais a ler, enviar um e-mail àquela pessoa que poderá ser nossa mentora, pegar numa folha em branco e com um lápis transformar a ideia num rascunho ou frequentar um pequeno curso. E depois persistir, lutar diariamente contra a procrastinação, não deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Às vezes é difícil (bem sei do que falo…), mas se o objectivo é a concretização, não há outra hipótese senão trabalhar.

A Ageas Seguros agradece à Sandra Barão Nobre a sua disponibilidade e partilha. Muito Obrigada!

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How should I go about choosing my topic?

Begin by reading the explanations below.  Examples of each are provided below!

  • Division Essay: find a topic that people might tend to underestimate or over-simplify.  In other words, choose something that the average person might not know much about, and therefore can't really understand how complex or interesting that topic really is.  Your job in the essay will be to break your topic down into meaningful and important categories.

  • Classification Essay: think about the categories we place things in everyday and the characteristics of those categories.  The topic you choose should allow you to argue that something has been misplaced.

How should I organize this essay?

As you write, keep these guidelines in mind: 

  1. Your thesis statement and introduction will need to explain why these divisions/ classifications should matter to your reader.
  2. Your thesis statement and introduction MUST define or explain the category you plan to discuss (i.e. A sport is a competitive, physical activity therefore cheerleading should be considered a sport.)
  3. You should organize your body paragraphs so that each division or category has it's own paragraph or section. (i.e. cardio exercise is paragraph 1 and weightlifting is paragraph 2, etc.)

Division Essay Examples

If you want to lose weight, simply saying that you're going to "exercise" everyday may not be the most effective way to do so.  Exercising is more complex than many people realize--attaining your goals will involve understanding how different types of exercise can help you achieve your goals.   

Types of Exercise

  • cardio: burns calories and strengthens your heart (running, using an elliptical or stair-stepping machine, etc.)
  • weight lifting: tones muscles, increases physical strength, burns fat (using weights or weighted machines)
  • recreational/sports: depending on the sport, can provide both cardio and toning benefits (cycling, tennis, kayaking)

We could also narrow this topic down a bit further and write about the important differences between different types of cycling.

Types of Cycling:  stationary (exercise) biking, road biking, mountain biking, recreational biking

Classification Essay Examples

To write this type of essay, we'll need to think about things that should or should not be placed in a particular category.

Example: Batman (that's our topic!) is not a superhero (category people place him in), but is simply a local vigilante (category he belongs in).

Ask yourself: Why do I think that...?

  • Does not possess super powers (powers most humans don't possess).  
  • Chooses to be a hero, rather than being "chosen" by others/other forces.

Example: Cheerleading (That's our topic!) should be considered a sport (It belongs in the category, "sports"). 

Ask yourself: Why do I think that...?

  • cheerleaders go to "practice" and must be in good physical shape
  • cheerleaders work together toward a common goal
  • cheerleaders must "try out" for their squad and often compete against other squads

Sample Papers

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